Mercado de eventos 2021: veja as tendências e expectativas para o segundo semestre do ano

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Com a pandemia da Covid-19, os negócios foram obrigados a rapidamente buscarem uma forma de sobreviver ao caos econômico gerado pelo distanciamento social. Se tem um setor que sofreu drasticamente, com uma diversidade imensa de empresas fechando as portas, foi o de eventos. Mas essa notícia não é nova.

Aqueles empreendedores que conseguiram se adaptar com rapidez, em pouco mais de um ano, seguem trabalhando incansáveis, aguardando ansiosamente pelo momento em que o “novo normal" será apenas a lembrança de um episódio de aprendizado. 

Aliás, lições essas que mudarão para sempre o formato de diversos produtos e serviços oferecidos pela área de eventos

Com a possibilidade de organizar encontros com público reduzido, flexibilizada em alguns lugares do Brasil por conta da chegada da vacina, o primeiro semestre ainda foi marcado pela cautela e pelos cuidados essenciais contra a transmissão do vírus. Entretanto, o que será que está reservado para o mercado de eventos 2021 na segunda metade do ano?

Acompanhe neste artigo 5 afirmações dos especialistas sobre as próximas tendências.


1 | Migração para o digital: mito ou verdade?
 

As plataformas digitais têm sido fundamentais para a saúde dos negócios, é inegável. Alguns eventos corporativos grandiosos, como feiras e congressos, ganharam grande destaque no online, quebrando a barreira da limitação presencial e atingindo públicos de todos os cantos do País. 

Porém, se por um lado o retorno pode ter sido bastante positivo para alguns, é sempre importante lembrar que o segmento de eventos é imenso, e que muitas empresas dependem sim dos encontros físicos para crescerem. Esse, inclusive, pode ser o seu caso.

A verdade é que o ambiente virtual é um forte aliado, mas não é absoluto. As pessoas ainda valorizam o contato real, e dificilmente isso mudará. Portanto, é um mito — e um erro — pensar que a transformação digital tem a ver com falta de encontro presencial.

Ela dá a chance de crescimento da marca, para atingir potenciais clientes que, provavelmente, a comunicação offline não conseguiria. E isso, realmente, não tem como parar. 

Em razão dessa possibilidade, e através da percepção da mudança de hábitos daquele público que já lhes era fiel, é que muitos negócios da área de eventos alteraram seus “modus operandi” e se reinventaram.


2 | Segurança seguirá sendo prioridade
 

A proteção foi um dos maiores valores trazidos pela pandemia. O foco na higienização, provavelmente, será o seu legado, assim como o uso de máscaras, já que o processo de vacinação ainda não atingiu a força que precisa para ficarmos livres delas. 

Conforme as estimativas do Ministério da Saúde, apenas quando 80% da população acima de 18 anos estiver vacinada com as duas doses (das marcas que necessitam de reforço), é que vamos andar sem máscaras no Brasil.

O mesmo vale para as aglomerações, o que afeta diretamente os eventos presenciais!


3 | Volta gradual e segura, alinhada com as autoridades de saúde
 

Aos poucos, como por exemplo no formato híbrido que já vemos acontecendo, o setor de eventos como um todo vai conseguindo retomar atividades que há um ano deixaram de ser seus carros-chefe. 

Todavia, isso só vai se tornando possível para aquelas empresas que estiverem seguindo com disciplina as regras impostas por cada localidade. É possível que em alguns Estados o processo seja mais rápido do que em outros e, desta forma, é necessário haver muita paciência. 

Uma certeza, no entanto, já existe: grandes cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, já planejam a realização de eventos como o Réveillon e o Carnaval e, de acordo com as estimativas que estamos acompanhando, os planos serão concretizados. Ainda que em tom especulativo, isso nos traz grandes esperanças de que a situação logo irá melhorar para o mercado de eventos no Brasil.


4 | Tomada de decisão baseada em dados
 

Com a digitalização dos negócios, ficou muito mais fácil monitorar resultados. E isso é excelente!

A obtenção de dados, e o uso estratégico deles é, sobretudo, inteligência para otimizar tempo, diminuir a taxa entre acerto e erro e aumentar a lucratividade. Ah, e não podemos esquecer que, ao mesmo tempo em que você vê a base de concorrentes aumentar, proporcionalmente cresce a competitividade.

Se antes basear-se nestas informações já era importante, hoje é regra básica de sobrevivência.

Que tal começar, desde já, a organizar o seu negócio de forma a aproveitar todos os potenciais promovidos pelo gerenciamento eficiente de dados?

Apresentamos a você o sistema completo de gestão para empresas de eventos, MeEventos. Aliando-se a ele, você verá que todos os processos são interligados, desde o seu primeiro contato com o potencial cliente. Assim você consegue pensar em captação, retenção e fidelização de forma certeira e com visão 360°.

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5 | O futuro do pós-pandemia tem a previsão de existência massiva e consistente de eventos híbridos
 

Se tivéssemos aqui uma bola de cristal, ela diria o seguinte: a inovação trazida pelos eventos híbridos veio para ficar e só tende a evoluir. E os negócios devem estar preparados para oferecer boas experiências em ambos os ambientes. 

Já que temos uma luz no fim do túnel à vista, é prudente de nossa parte alertar-lhe para esta tendência que já está presente e que permanecerá no gosto de uma gama extensa de perfis de público.

A verdade é que especula-se um boom para o setor de eventos em 2022. Estamos aguardando os próximos capítulos.

Diz aí, seu negócio está preparado para o pós-pandemia? Conta aqui nos comentários a sua história de superação e adaptação!
 




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